Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Sweet Stuff

Neste blog fala-se sobre livros, escrita criativa, ballet para adultos e muito mais.

SOBRE MIM

REDES SOCIAIS

Read the Printed Word!

2018 Reading Challenge

2018 Reading Challenge
Lizzie has read 1 book toward her goal of 10 books.
hide

PARCERIAS

WOOK - www.wook.pt

SPREAD THE LOVE!

SweetStuff

DIREITOS DE AUTOR

Copyrighted.com Registered & Protected 
QN4I-DSYS-H5TY-JBME

Tag | 10 coisas de Verão

esteverao.png

 

Este tag consiste em fazer uma lista de 10 coisas que se pretende fazer este Verão.

 

Regras:

a) Agradecer a quem o nomeou, fazendo uma ligação para o blog em questão.

b) Fazer uma lista de dez coisas que gostaria de fazer - e que sejam exequíveis - este Verão;

c) Nomear cinco bloggers para fazer o mesmo. 

 

Desde já o meu brigada à Estante P por me ter passado a tag mais trendy deste Verão woohoo!

Vamos lá à lista:

 

1. Tentar ter uma rotina de pele diária (que implique mais do que besuntar a cara de água de manhã);

2. Voltar a ler a todo o gás! (não leio nada há séculos);

3. Experimentar receitas novas (que não sejam doces);

4. Voltar a fazer a minha granola caseira;

5. Regar as plantas de manhã (ao final do dia esqueço-me e elas sofrem coitadinhas);

6. Experimentar pelo menos um restaurante novo em Lisboa (novo para mim, claro está);

7. Fazer uma sessão de home-cinema que já lá vai o tempo;

8. Terminar aquele curso online que comecei há meses e meses;

9. IMPRIMIR/REVELAR AS FOTOS TODAAAAS (tenho muitas em atraso);

10. E comprar mais "folhas" para a minha instax que ela merece mais uso :)

 

 Eu acho que já toda a gente fez isto, mas na esperança de que ainda não tenham feito nomeio: SandraCéliaJust, Bárbara e Carolina

E Viva o Verão!

(Aqui em baixo - leia-se Lisboa - já vai fazendo calor, não me matem se estiver a chover enquanto lêem isto)

a pressão de ser jovem & a desgraça de envelhecer

 

Saramago disse tudo na célebre frase: "Não tenhas pressa, mas não percas tempo." É uma das minhas citações preferidas de sempre, porque resume a minha opinião em relação às pressões que nos são impostas (pelos outros, ou por nós próprios)  em termos de conquistas, sucesso e to-do lists cheias de certinhos que devemos cumprir ao longo da vida. 

 

Creio que todas as gerações sofreram a agonizante pressão de ser jovem. Quando falamos do panorama político "os jovens é que têm de mudar isto" e "têm um grande trabalho à vossa frente" são frases que se repetem. Não querendo descurar a importância da responsabilidade social (que é de todos) às vezes o peso do mundo sobre os ombros dos mais novos é assim um 'cadinho avassalador. 

 

Talvez seja por eu pópria frequentemente me auto-sabotar e ser estupidamente perfecionista em tudo aquilo que leva a minha assinatura por baixo, maaaas este argumento de - és jovem, logo activo, portanto vai lá mudar o mundo enquanto eu fico sentado a assistir - está um pouco por todo o lado.

 

A nível profissional é suposto sermos deuses. Temos acesso à tecnologia que outrora não existia (mais cinco pó Linkedin), temos acesso a ensino superior, temos pequenos computadores enfiados nos bolsos, então como é que já não somos o novo CEO da Apple? Hã? Hã? Tamos a falhar...

 

É também na juventude que sentimos a pressão de fazer. Fazer por fazer. Fazer porque os outros fazem. Fazer porque "já és um adulto", parece que não há pausas, não há recreio para o lanche, é sempre o agora, ou nunca como se tudo fosse uma decisão de vida, ou de morte. Demorei muito tempo (e dei muita pancada na parede) para perceber que não é por ter uma determinada idade que devo fazer isto, ou aquilo. É claro que há coisas que podem ser mais fáceis de concretizar quando não temos tantas responsabilidades, ou encargos, mas daí a passarem a obrigação vai um grande passo.

 

Além disso, esta ânsia para fazer o máximo e ser o melhor na juventude, parte do pressuposto de que a tua vida acaba, (ou piora consideravelmente) após um certo número. Está enraízada no preconceito de que é uma desgraça envelhecer. Utilizamos velho como um insulto. Julgamos outra pessoa, por algo que ela não consegue controlar e quando confrontados com casos de indivíduos que escolhem tentar fintar a partida do tempo com recurso a cirurgias, julgamos também porque, afinal de contas, "isso não é natural".

 

No fim de contas, volto sempre a Saramago (ironicamente, um homem que só ficou famoso pela sua escrita quando já era "velho"). É não ter pressa de fazer sem propósito, de se comparar aos outros que já têm bestsellers e x dinheiro na conta, mas sim seguir os nossos sonhos e aquilo que faz de nós quem somos - sem nunca perder tempo.

O que é o fundamentalismo, afinal?

Este post está, há meses, guardado nos rascunhos tal é o receio que tinha em publicá-lo, mas isto é o meu blog, portanto cá vai disto. Se há coisa que não compreendo é a associação entre veganismo e "ser fundamentalista". Se calhar sou eu que estou demasiado atenta, mas vejo e oiço isto em todo o lado. Do género: "Fulana está a tentar deixar de comer carne, mas CALMA LÁ PESSOAL que ela é um ser humano normal e ainda come ovos e manteiga, porque também não é nenhuma fundamentalista!"

 

O que é que querem dizer com isso? Que os vegetarianos são todos uns nazis, porque escolhem um estilo de vida que implica não comer animais? Isso é algo assim tão inconcebível e repugnante?

De acordo com o amigo dicionário, fundamentalismo pode ser:

1. [Religião]  Doutrina que defende a fidelidade absoluta à interpretação literal dos textos religiosos.

2. Atitude de intransigência ou rigidez na obediência a determinados princípios ou regras.

 

É o segundo siginificado que, aparentemente, faz mais comichão à maioria das pessoas. Se aceitarmos os vegetarianos enquanto fundamentalistas por "serem rígidos na obediência a determinados princípios e regras" não poderemos aplicar o mesmo àqueles que seguem uma dieta omnívora? Não contestar a alimentação que recebemos, desde infância, as informações que ouvimos como "o leite faz bem" e tapar ouvidos a todos aqueles que nos tentam mostrar um outro lado não é ser intransigente?

 

Não estou a escolher lados, ser pró ou anti-vegetariano não é a questão. O problema incide em propagar ódio. Reparem, obedecer a determinados princípios, ou regras morais às quais não ousamos ceder, parece fazer perfeitamente sentido em várias áreas da nossa vida. Respeitar a religião, a raça, a nacionalidade, o direito à liberdade de expressão de outros indivíduos figura-se plausível na maior parte das democracias, certo? Então, por que é que é só na alimentação é que tal não se aplica?

 

Por que é que incomoda tanto alguém ter os seus princípios bem definidos e esses princípios passarem por não matar, ou não deixar a morte de animais para consumo humano nas mãos de outrém? Por que é que ter um sistema moral que identifica o apoio a uma indústria que mata e explora animais outrora saudáveis e livres como algo  errado, "faz impressão"?

 

O meu objectivo não foi ofender alguém, isto é apenas um mero desabafo. Ah e já agora sim, frango é carne e admirem-se: há vegetarianos que nem se quer comem alface! (gritos de horror) 

 

Resultado de imagem para vegetarian memes

Os meus blogs preferidos | A Clothes Horse

Quem me acompanha desde o início nestas andanças blogosféricas sabe que, apesar de não publicar posts sobre moda, gosto de seguir blogs sobre o assunto. Na verdade, uma das razões para o aparecimento deste blog foi precisamente essa: já lia outros blogs e a maioria eram de moda e beleza.

 

"Desapaixonei-me" um bocadinho pelos blogs deste género, por me parecerem cada vez mais todos iguais. No entanto, uma vez por outra, dou de caras com um novo que me chama a atenção, é o caso do A Clothes Horse, que descobri no ano passado.

 

O estilo vintage sempre foi dos meus favoritos e acho que a Rebecca sabe conjugá-lo na perfeição. Na verdade, colocar trapos no corpo tem muito que se lhe diga. Não sei se aguma vez mencionei isto por aqui, mas durante a minha adolescência sempre tive vergonha de me vestir à minha maneira. Escondia-me em calças e t-shirts, em vez de usar vestidos, porque me importava imenso com o que outros iam achar de mim (quem nunca?).

 

Exemplos de raparigas que não têm receio de vestirem aquilo com que se sentem bem é, por isso, algo que considero verdadeiramente inspirador. Ficam abaixo algumas fotos para se inspirarem, para todas aquelas que pensam: "quando for grande também me quero vestir assim".

 

 

cathkidston-17

 

byodo temple-26

 

modplaid-12

 bluebells-4

 parkanaur-20

 

whitecottages-7

 

redleaves

 

derrymoore-30

 

 

belfastcastle-7

 

*todas as fotos pertencem à Rebecca do blog A Clothes Horse*

A Magia do Ballet na TV

Há tempos escrevi um post sobre filmes cujo tema principal é o ballet e descobri, recentemente que um dos filmes que mencionei vai passar na televisão na próxima semana. Aliás, não será o único, para homenagear esta forma de arte vai haver uma tripla intitulada A Magia do Ballet no TVCine3.

 

Os filmes escolhidos foram BailarinaPolina e High Strung - Ao Ritmo do Sonho. Do último nunca ouvi falar, o primeiro já vi várias vezes e o Polina é definitivamente aquele pelo qual estou mais curiosa. 

 

Adorei esta iniciativa, pois acho que é uma maneira de fazer chegar o ballet a mais pessoas. Se tiverem canais TVcine aproveitem a próxima quarta-feira (16/05) para conhecerem mais sobre uma das minhas paixões da vida. 

 

Ilha dos Cães (quando o melhor filme em exibição está na sala mais pequena)

Aproveitei o feriado do 25 de Abril para ir ao cinema ver o último filme de Wes Anderson: Ilha dos Cães.

 

Sinopse: Ataru Kobayashi, de doze anos, enfrenta o corrupto Mayor Kobayashi, de Megasaki City, que com um decreto manda exilar todos os cães numa lixeira chamada Trash Island. Ataru voa até à ilha em busca do seu cão Spots. A partir daí, na companhia de um novo grupo de amigos de quatro patas, inicia uma viagem épica que irá definir o destino e o futuro da cidade. 

 

 

Pelo trailer e sinopse, o filme não me despertou grande interesse, mas acabei por adorar a história. Do Wes Anderson, antes deste, só tinha visto Moonrise Kingdom e o Grand Budapest Hotel. Apesar de, gostar muito do Grand Budapest Hotel, julgo que o Ilha dos Cães acabou por se tornar o meu preferido do realizador. 

 

5 motivos para ver a Ilha dos Cães

 

1. O Sentido de Humor de Wes Anderson não desaponta

 

O Wes Anderson é conhecido pelo sentido de humor fantástico que espelha nos seus filmes. Na minha opinião, as suas clássicas piadas sarcásticas funcionam ainda melhor neste filme de animação. 

 

Nutmeg: Will you help him, the little pilot?

Chief: Why should I?

Nutmeg: Because he's a twelve year old boy, dogs love those.

 

Resultado de imagem para isle of dogs gif

 

 

2. A Crítica Social disfarçada de filme para crianças

 

A classificação para maiores de 12 anos não é por acaso. Este é um filme de animação, mas não é um filme para crianças. Passando-se numa fictícia cidade japonesa, Ilha dos Cães mostra-nos corrupção, ditadura e manipulação à la 1984 na figura de poder central: o Mayor Kobayashi. 

 

Resultado de imagem para mayor kobayashi isle of dogs

Cuidado, Big brother is watching you!

 

3. (Mais uma vez) os detalhes contam

 

O que diferencia, muitas vezes, um filme medíocre de um bom filme é a atenção dada aos detalhes. As personagens japonesas de Ilha dos Cães falam japonês, os próprios créditos do filme aparecem nas duas línguas (Inglês e Japonês). O cuidado que houve em respeitar a cultura japonesa é visível e não existem disparates hollywoodescos absurdos (estilo personagens com casacos de cabedal da Zara em plena Idade Média, cof cof).

 

Resultado de imagem para isle of dogs gif

 

 

4. O cão é mesmo o melhor amigo do Homem

 

A mensagem de lealdade e honra (valores importantíssimos na cultura japonesa) está presente em todo o filme. Os cães não só são o melhor amigo do Homem, como são melhores que ele. Desprovidos da ganância humana, só querem ter alguém com quem brincar, a quem prestar socorro, ou simplesmente servir e amar o dono para o resto da vida.

 

Resultado de imagem para isle of dogs gif

 

 

5. Um bocadinho de originalidade no cinema mainstream: sim, por favor!

 

Este é um daqueles casos (pelo menos aconteceu comigo vá) em que o melhor filme em exibição está na sala mais pequena. A contar comigo e com o meu namorado estavam umas 15 pessoas a ver o filme. Em comparação com os restantes em cartaz julgo que este é o mais original. E um bocadinho de originalidade no meio de tanto filme igual (com armas, vinganças e humor parvo) é sempre bem-vinda!

 

Imagem relacionada

 

Já viram Ilha dos Cães

SOBRE MIM

REDES SOCIAIS

Read the Printed Word!

2018 Reading Challenge

2018 Reading Challenge
Lizzie has read 1 book toward her goal of 10 books.
hide

PARCERIAS

WOOK - www.wook.pt

SPREAD THE LOVE!

SweetStuff

DIREITOS DE AUTOR

Copyrighted.com Registered & Protected 
QN4I-DSYS-H5TY-JBME