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Sweet Stuff

livros, música e desabafos vários.

26.04.22

UM POEMA POR DIA #4 🌺

Com a Primavera e o sol dá-se sempre vontade de voltar a ler poesia. Deixa-me a sentir mais leve e maravilhada com o espectáculo da natureza. Este é um dos meus favoritos, perfeito para esta altura do ano. A tray full of roses, Jessica Hayllar   Peonies This morning the green fists of the peonies are getting ready to break my heart as the sun rises, as the sun strokes them with his old, buttery fingers and they open– pools of lace, white and pink– and all day the black ants climb (...)
14.06.21

SALTAR PARA O DESCONHECIDO

Deixo-vos como inspiração para a vossa semana as palavras de Josh O'Connor. O título diz que o conselho é para jovens actores, mas eu acho que é mesmo uma lição para a vida.  Leap into the Void, Yves Klein. 1960.
25.04.20

25 DE ABRIL SEMPRE ❤️

  Não! Só quero a liberdade! Amor, glória, dinheiro são prisões. Bonitas salas? Bons estofos? Tapetes moles? Ah, mas deixem-me sair para ir ter comigo. Quero respirar o ar sozinho, Não tenho pulsações em conjunto, Não sinto em sociedade por quotas, Não sou senão eu, não nasci senão quem sou, estou cheio de mim.   Onde quero dormir? No quintal... Nada de paredes — ser o grande entendimento — Eu e o universo, E que sossego, que paz não ver antes de dormir o espectro do (...)
17.04.20

UM POEMA POR DIA #3 📖

Claude Monte, Femme lisant, 1872   In a Library A precious, mouldering pleasure 't is To meet an antique book, In just the dress his century wore; A privilege, I think,   His venerable hand to take, And warming in our own, A passage back, or two, to make To times when he was young.   His quaint opinions to inspect, His knowledge to unfold On what concerns our mutual mind, The literature of old;   What interested scholars most, What competitions ran When Plato was a certainty. And (...)
16.04.20

UM POEMA POR DIA #2 🌸

Van Gogh, Amandier en fleurs, 1890   Quando vier a Primavera, Se eu já estiver morto, As flores florirão da mesma maneira E as árvores não serão menos verdes que na Primavera passada. A realidade não precisa de mim.   Sinto uma alegria enorme Ao pensar que a minha morte não tem importância nenhuma.   Se soubesse que amanhã morria E a Primavera era depois de amanhã, Morreria contente, porque ela era depois de amanhã. Se esse é o seu tempo, quando havia ela de vir senão no (...)