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Neste blog fala-se sobre livros, escrita criativa, ballet para adultos e muito mais.

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E vocês, já leram hoje?

No Dia Mundial do Livro, mais do que promoções e compras, desejo-vos leituras.

 

Leiam de manhã, leiam à noite, leiam debaixo dos lençóis, leiam em plena luz do dia

Leiam histórias tristes, de amor, de horror e de rir à gargalhada

Leiam na natureza, leiam à chuva, leiam enquanto a massa coze e enquanto o autocarro não passa

Leiam nos transportes, leiam na piscina, leiam baixinho e em voz alta

Leiam sozinhos, ou acompanhados

Leiam a alguém uma história para adormecer

Leiam quando estão felizes e quando a vida não presta

E se a dúvida surgir, haverá sempre um livro para ler.

 

Já leram hoje?

 

Imagem de book

As minhas booktubers preferidas #2

Em seguimento do primeiro post que fiz sobre o assunto (que já foi em 2016!) hoje sugiro mais cinco canais literários que adoro.

Helene Jeppesen

A Helene é dinamarquesa e lê uma grande variedade de livros. Gosto especialmente de ouvir as recomendações dela de clássicos e não-ficção.

 

Valereads

A Valerie é canadiana e gosta de clássicos, livros perturbadores/misteriosos. Gosto muito dos vídeos dela de Friday Reads.

 

Leather-bound

A Taylor adora viagens, livros usados e chávenas de café. Além do canal tem um blog muito giro. 

 

A Frolic through Fiction

A Ashleigh é uma estudante de literatura do Reino Unido que gosta de mitologia, clássicos e fantasia.

 

The Reader's Athenaeum

Descobri o canal da Kathryn há coisa de uma semana, mas já se tornou um dos meus favoritos. Ela gosta muito de ficção histórica, thrillers e não-ficção.

 

Já conheciam estas booktubers? Deixem as vossas recomendações no comentários!

TAG | 7 Pecados Mortais

1 - Gula: um livro que adoraste

 

 

 

Para não repetir respostas de outras tags decidi escolher um livro que li este ano: Crime e Castigo de Dostoiévski. É uma obra com uma carga emocional enorme, acho que é simplesmente impossível ficarmos indiferentes aos sentimentos das personagens. 

 

2. Avareza - um livro que não emprestas a ninguém

 

No geral ninguém me pede livros emprestados (já sabem que sou hiper desconfiada com quem manuseia os meus tesouros). No entanto, um que certamente não consigo emprestar é a minha edição da Barnes & Noble da Alice. É demasiado especial e já não se consegue encontrar nenhuma à venda sem ser em segunda mão (e a um preço bem chorudo.

 

3. Preguiça - um livro na tua estante à espera de ser lido

 

Imagem relacionada

 

O Fausto do Goethe é apenas um dos muitos livros que se encontram na minha estante à espera de ser lidos.

 

4. Luxúria - um set-box

 

 

Não tenho nenum set box por isso escolhi um que gostava de ter: os clássicos infantis da Puffin in Bloom. Já tenho o Little Women (que li e adorei!), mas queria completar com os outros da colecção (estou muito curiosa para ler A Little Princess e Anne of Green Gables). 

 

5. Ira - um livro que te desapontou

 

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A Espuma dos Dias de Boris Vian foi um livro que me desiludiu bastante. Não senti aquela magia que todos parecem descrever ao lê-lo. Não cheguei a ver o filme, talvez valha a pena. 

 

6. Inveja - um livro em cujo mundo gostavas de viver

 

 

Aqui vou ser um pouco óbvia e escolher Nárnia. Quem é que não gostaria de usar anéis mágicos para mudar de mundos e tomar chá com o Mr Tumnus?

 

7. O livro mais bonito da tua estante

 

Jules Verne - Vingt mille lieues sous les mers - Tome 2.

 

Poderia escolher vários, mas decidi-me pela minha colecção de Júlio Verne. Este é o Vinte Mil Léguas Submarinas, mas qualquer dos outros títulos desta colecção é igualmente lindo. São em capa dura com detalhes em dourado na capa e imitam as primeiras edições das obras de Verne.

 

Gostaria de ver as respostas de: Sandra, AlexandraSaraRita, e todos aqueles que quiserem fazer! :)

Acabar um livro ou não: eis a questão

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Fonte da imagem

Para mim, ler foi sempre uma fonte inesgotável de entretenimento. Nunca me foi negado acesso à literatura, tive o meu primeiro cartão da biblioteca aos onze anos e com certeza que a minha vida seria muito menos risonha sem o prazer que encontro, desde pequena, na  leitura. É verdade que tive de ler "por obrigação" em contexto académico, mas, ainda assim, nunca deixei de gostar de ler.

 

A primeira vez que me lembro de não ter conseguido terminar um livro foi quando tinha os meus doze/treze anos. Não conseguia entrar naquele mundo, nem conectar-me com as personagens. Deixei o livro de lado e segui com a minha vida. Simples, certo?

 

A verdade é que, para mim, a questão: devemos acabar de ler todos os livros que começamos? é um dilema daqueles mesmo complexos. À primeira vista pode parecer absurdo forçarmo-nos a ler algo de que não estamos a gostar. No entanto, comecei a notar que, nas raras vezes em que me surge a vontade de desistir de um livro, começo sempre por me culpabilizar. Serei demasiado inculta por não entender este autor que todos adoram? Já li outro deste escritor que adorei, por que é que não gosto deste? Já estou a meio, o que me custa agora acabar?

 

Tentei entender as causas por detrás do meu desentusiasmo com o livro Blind Willow, Sleeping Woman do Murakami. É uma colectânea de contos pela qual me fui desinteressando gradualmente. Dos primeiros ainda gostei, mas à medida que ia avançando ia perdendo cada vez mais a vontade de ler. Após alguma reflexão apercebi-me de que era simplesmente estúpido estar a tentar ler só porque tinha gostado da metáfora x na história y ou de outro livro que tinha lido do autor.

 

Se também levam a desistência de livros demasiado a sério (como eu) pensem apenas no seguinte : a vida é demasiado curta para lermos livros de que não gostamos. Não interessa se é um clássico ou um romance de cordel, se não está a ser uma experiência agradável é perfeitamente válido não terminar o livro. Por agora os meus tempos de masoquismo literário terminaram, talvez daqui uns tempos faça as pazes com o Murakami.

The Handmaid's Tale | Margaret Atwood

"Dont let the bastards grind you down."

 

Este tem sido "o livro do momento" há coisa de um ano para cá. Senti curiosidade em lê-lo pelas comparações a 1984 de George Orwell (um dos meus livros preferidos de sempre) e, também, para verificar por mim própria se era assim tão bom como toda a gente dizia. Ainda não vi a série televisiva, portanto não tenho meio de a comparar com a obra escrita. Esta vai ser uma review apenas do romance.

 

handmaid's tale.png

 

Sendo uma distopia, a história passa-se num mundo pós-apocalíptico. O que outrora foram os Estados Unidos da América é agora a República de Gilead. Inspirados pela ideologia puritana original, e com o intuito de aumentar a taxa de natalidade em declínio, nesta sociedade a lei é o Livro da Génesis, que é seguido de forma literal, resultando em consequências tenebrosas para a população. Conhecemos Gilead através de Offred, uma das servas (handmaids) deste novo regime.

 

 

"And when Rachel saw that she bare Jacob no children, Rachel envied her sister; and said unto Jacob , Give me children, or else I die."

- Genesis 30:1-3

 

Vou já deitar isto cá para fora e dizer que não amei este livro e não o considero o supra sumo da batata frita. Pronto, já disse. Em primeiro lugar, eu já devia saber de antemão que não se deve acreditar em comparações de obras. O "world building" de 1984 é detalhado desde o início. Em The Handmaid's Tale, Atwood prefere deixar questões em aberto e apenas sabemos alguns detalhes acerca da vida em Gilead no decorrer da obra e pelos olhos de Offred, não existe pluralidade de pontos de vista.

 

Em segundo lugar, a escrita pareceu-me, por vezes, um bocadinho over the top: as metáforas não pareciam encaixar naturalmente, como se os recursos estilísticos fossem utilizados só para que as frases soassem de forma mais poética.

 

Ainda assim, a partir da segunda metade da obra, já houve mais acção por parte da protagonista e gostei mais de acompanhar o conto de Offred e aquilo que ela tinha para nos revelar. O final é aberto,uma estratégia que normalmente não aprecio muito. 

 

No geral, achei uma história com um conceito extremamente interessante, mas com uma execução que não foi exactamente a minha preferida. Aconselho a todos aqueles que gostam de distopias, narrativas subtis e livros com ponto de vista na primeira pessoa.

 

Classificação no Goodreads:3/5

Crème de la crème | Os 5 livros preferidos de 2017

Antes de mais bom ano! Voltei de uma longa viagem e estou de volta à secretária e ao teclado para vos falar dos livros que mais me marcaram em 2017. Vamos a isto!

 

1) NEVER LET ME GO DE KAZUO ISHIGURO

 

Como dizia o outro, começando pelo início, não podia deixar de mencionar Nunca Me Deixes de Kazuo Ishiguro. Li este livro em Fevereiro e cheguei a fazer uma review completa aqui no blog. Figura nesta lista por ter sido nada daquilo que eu estava à espera (no bom sentido). É uma história envolvente e triste que me deixou a pensar passados largos meses após a ter lido. 

 

never let me go.png

 

2) PYGMALION DE GEORGE BERNARD SHAW 

 

E eis outro livro que também teve direito a review aqui no blog. Curiosamente lida também em Fevereiro, esta foi uma peça que me agradou imenso. A linguagem é aquilo de que mais gosto: carregada de ironia e sarcasmo. Fez-me querer ler mais do autor e foi, sem dúvida, dos livros mais engraçados que li este ano.

 

pygmalion.jpg

*foto retirada daqui*

 

3) HOW MANY MILES TO BABYLON? DE JENNIFER JOHNSTON

 

Já deu para perceber que quando adoro um livro faço review aqui no blog certo? Esta obra encaixa-se num dos géneros que mais gosto de ler: coming of age, ou seja, livros que mostram a evolução de uma personagem normalmente de criança/jovem para a maturidade. Passa-se durante a Primeira Guerra Mundial portanto esperem choradeira. Está nesta lista por ser um dos relatos de amizade mais bonitos que já li. Resumindo: PAREM O QUE ESTÃO A FAZER AGORA E LEIAAAAM.

 

how many.png

 

4) LITTLE WOMEN DE LOUISA MAY ALCOTT

 

Reparei agora que este é o único da lista que não teve direito a review aqui no blog (ups), mas não é por isso que gosto menos dele. Este calhamaço de 777 páginas conta-nos a história das irmãs March, que crescem numa América pós-guerra civil, desde a sua juventude até à idade adulta. É daqueles livros que tem tudo: faz-nos rir, faz-nos chorar, faz-nos querer pegar no início e ler tudo outra vez.

 

little women.png

 

5) A INSUSTENTÁVEL LEVEZA DO SER DE MILAN KUNDERA

 

Outra das surpresas literárias de 2017 foi este clássico moderno de Kundera. Já tinha ouvido falar muito sobre o livro, mas nunca tinha sentido curiosidade de o ler. Até um dia em que me sentia particularmente em baixo e trouxe-o da biblioteca comigo. Zero expectativas. Acabou por se tornar um dos meus livros preferidos do ano. Fiz review aqui onde podem ler a minha opinião em mais detalhe. Não é um livro para todos, mas é daqueles em que apetece gravar cada frase e reflexão que o autor nos deixa. 

 

 

*foto retirada daqui* 

 

 Que livros é que vos marcaram em 2017?

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