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Sweet Stuff

Neste blog fala-se sobre livros, viagens, ballet e muito mais.

06.01.20

COMEÇAR O ANO COM UMA PALMADINHA NAS COSTAS

  Para quem *como eu* adora listas, mas sofre simultaneamente de ansiedade aguda, escrever objectivos e resoluções para o novo ano é uma tarefa a modos que desafiante. Por isso, em vez de partilhar aqui as minhas resoluções (que sim, também as tenho) deixo-vos um conselho: comecem o ano com uma palmadinha nas costas. Porquê? Porque como diz o anúncio: vocês merecem.  Afinal de contas, são tantas as vezes que ficamos obcecados com objectivos e metas que não olhamos para trás, (...)
12.06.19

ESSA COISA DO SNOBISMO LITERÁRIO

Quem me conhece nem que seja só um bocadinho sabe que adoro livros. Quem me conhece mais do que apenas um bocadinho sabe que tenho zero paciência para snobs literários. Acho que todos nós já fomos, pelo menos uma vez na vida, vítimas do snobismo literário e, com certeza, também já julgámos alguém neste aspecto. No post de hoje partilho alguns tipos de snobs literários com os quais já me cruzei (e que evito a todo o custo imitar).    1. Aquele que te julga pela quantidade de (...)
11.05.19

TIAGO (SE AINDA ME LÊS) ENCONTREI A RESPOSTA!

*Disclaimer: se nunca leram o The Catcher in the Rye há uma grande possibilidade de este post não fazer sentido algum. Disclaimer 2: este post dirige-se a um certo alguém que em tempos idos lia este blog (tenho quase a certeza de que já não lê), mas se lês cá vai disto: - ups, há um  disclaimer 3 que é o seguinte: se o Tiago não me ler então este post é capaz de ser ainda mais tonto do que já é , mas olhem que se lixe, I will always rather be happy than dignified é o lema (...)
10.05.19

ACHO QUE ME TORNEI NUMA CAT LADY...🐈

  Se há tópico de conversa mais velho que a Sé de Braga é a eterna questão entre cães e gatos. "Qual preferes? Qual gostarias de ter em casa?"   Na minha família tívemos sempre cães, mas quando era bem pequenina tínhamos gatos. As minhas memórias em relação a estes bichos são vagas. Lembro-me mais do afecto que o meu irmão nutria pelo Bolinhas, do que qualquer outra coisa.   A verdade é que, não sei bem como, fui crescendo com esta ideia limitadora de que uma pessoa (...)