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Sweet Stuff

Neste blog fala-se sobre livros, viagens, ballet e muito mais.

25.09.21

UMA DÉCADA DE BLOG

*inserir emoji incrédulo, feliz e chorão*

  Pronto, já está! Escrevi num blog durante dez anos, já não preciso de publicar mais, não é? Estou a brincar, estou a brincar. O nosso blog (digo nosso, porque sem leitores, comentários, ou emails sobre fungos, livros e outras coisas da vida, isto fica muito unilateral) já terminou a escola primária e vai-se aventurar no segundo ciclo. Que dizem, temos direito a bênção das fitas? Parece-me que agora este tipo de festividade inicia-se bem antes da faculdade. Olhem, nem sei (...)
09.09.21

SÃO SÓ COISAS...CERTO?

uma divagação pouco científica sobre consumo

fonte: New York Magazine Escrevo este post sentada à minha secretária. Não deitada num colchão estendido num sótão húmido, ou numa mesa de campismo enterrada na lama. A partir de uma secretária: isto sim, é um verdadeiro luxo. Se há coisa que fazer obras e/ou mudanças nos mostra é a quantidade absurda de objectos que possuímos. Sim, tive saudades de ter mobília (minha querida estante), mas apercebi-me que uma pessoa consegue sobreviver sem grande parte das coisas que julga (...)
23.07.21

AMY, AMY, AMY

Criei este blog em Setembro de 2011: dois meses após o anúncio da morte de uma artista que marcou a minha vida. Conto pelos dedos as mortes de "famosos" que me afectaram, mas podem crer que a da Amy Winehouse foi uma delas. Nos primórdios do Sweet Stuff, e no rescaldo da perda da Amy, cheguei a escrever sobre o que a música dela significou para mim. Apesar de, adorar o seu aclamado Back to Black, tenho uma afinidade especial pelo seu primeiro ábum de estúdio. Frank é uma carta de (...)
08.04.21

EM DEFESA DAS MÚSICAS TRISTES

Para muitos o conceito de ouvir músicas tristes quando se está em baixo pode parecer bizarro. Para quê deprimir, quando já se está deprimido, certo? Bem, a verdade é que eu adoro as chamadas "músicas tristes". De facto, não só gosto de músicas tristes, como preciso de as ouvir especialmente quando a vida não me sorri.  Há uma certa qualidade catártica em permitirmo-nos escutar deliberadamente uma música triste. Torna-se ainda mais pertinente nos momentos em que a vida nos (...)
09.02.21

SEREI O FARDO, OU O BURRO QUE O CARREGA?

  Trezentos dias depois...quebrei. Tranquei-me na casa de banho, olhei para o espelho e desatei a chorar. Chorei de frustração, de raiva, de medo e, sim, de pura tristeza. Sei bem que não sou a única que está farta do bicho, mas ainda não tinha ficado abalada desta maneira. Quando consegui parar de chorar, fiquei a pensar em como toda a preocupação que sinto prende-se com os únicos dois modos nos quais opero. A culpa consome-me, porque ora sinto que sou um fardo para os outros, (...)