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Sweet Stuff

Neste blog fala-se sobre livros, viagens, ballet e muito mais.

20.07.20

AOS BLOGS QUE NUNCA MAIS LI

  É já sabido que sou uma saudosista dos blogs. Bem sei que há mais na vida para além da blogosfera, bem sei que há mil e uma razões para alguém começar e terminar um blog, ainda assim, há dias em que penso nos blogs que nunca mais li. Não por vontade própria, mas porque foram desaparecendo. Lembro-me da época dourada dos blogs. Uma altura em que se partilhavam pedaços de vida, pensamentos íntimos, trocavam-se impressões sobre os textos que escrevíamos. Sentia-me parte de (...)
16.07.20

NÃO ESPERO MAIS POR NINGUÉM

  Não espero mais por ninguém. Já o fiz demasiadas vezes. Chega de permanecer imóvel por medo e acabar desiludida, frustrada e com esta sensação de desconforto de ver a vida a passar à frente dos olhos. Canalizei toda a minha generosidade e amor para os outros. A comprometer, a ceder, a apaziguar, a apagar fogos que nem deveriam existir.  Para quê? Para conseguir separar o trigo do joio, claro. Não posso dizer que não tenha sido uma valente lição. Ainda assim, esta inércia. (...)
03.02.20

BALÕES SEM HÉLIO

Na procura da metáfora perfeita que traduza este sentimento lembrei-me das festas de aniversário lá em casa. Aquelas em que havia comida e alegria em abundância. Em que não entrava a dor, a morte, ou as suas vizinhas. Entravam os nossos vizinhos, isso sim. Lembrávamo-nos sempre de os convidar. Mera simpatia? Não sei, mas creio que se divertiam connosco. Quando a festa acabava, quando a mãe começava a recolher os pratos com migalhas de pão de ló, as taças com resquícios de (...)
06.01.20

COMEÇAR O ANO COM UMA PALMADINHA NAS COSTAS

  Para quem *como eu* adora listas, mas sofre simultaneamente de ansiedade aguda, escrever objectivos e resoluções para o novo ano é uma tarefa a modos que desafiante. Por isso, em vez de partilhar aqui as minhas resoluções (que sim, também as tenho) deixo-vos um conselho: comecem o ano com uma palmadinha nas costas. Porquê? Porque como diz o anúncio: vocês merecem.  Afinal de contas, são tantas as vezes que ficamos obcecados com objectivos e metas que não olhamos para trás, (...)