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Sweet Stuff

Neste blog fala-se sobre livros, viagens, ballet e muito mais.

14.12.21

CALENDÁRIO D'ADVENTO #14 | CÉREBROS IMPERFEITOS

e suas injustiças

Ilustração: Graham Roumieu O meu cérebro está sempre a pregar-me partidas. Diz-me que se eu continuar a olhar continuamente para um monitor vou eventualmente ter uma ideia brilhante quando essa, simplesmente, não é a realidade. Tenta convencer-me que não fazer pausas é o ideal, quando só me vai deixar frustrada e mal-disposta. Ousa até sugerir que se eu beber cacau quente ao final da tarde, vou conseguir (...)
08.12.21

CALENDÁRIO D'ADVENTO #8 | SER AMBIDESTRA*

e planos a longo prazo

via IMDB *É um sonho, não uma realidade. E como quase todos os sonhos que queremos que se tornem realidade, colocamo-los na lista de resoluções de ano novo, não é verdade? As minhas listas de resoluções a cada Janeiro costumavam ser ridiculamente ambiciosas e sim, incluíram, a certo ponto, treinar a motricidade fina na mão esquerda, porque o que acontecerá se um dia ficar sem a direita?! (...)
25.09.21

UMA DÉCADA DE BLOG

*inserir emoji incrédulo, feliz e chorão*

  Pronto, já está! Escrevi num blog durante dez anos, já não preciso de publicar mais, não é? Estou a brincar, estou a brincar. O nosso blog (digo nosso, porque sem leitores, comentários, ou emails sobre fungos, livros e outras coisas da vida, isto fica muito unilateral) já terminou a escola primária e vai-se aventurar no segundo ciclo. Que dizem, temos direito a bênção das fitas? Parece-me que agora este tipo de festividade inicia-se bem antes da faculdade. Olhem, nem sei (...)
09.09.21

SÃO SÓ COISAS...CERTO?

uma divagação pouco científica sobre consumo

fonte: New York Magazine Escrevo este post sentada à minha secretária. Não deitada num colchão estendido num sótão húmido, ou numa mesa de campismo enterrada na lama. A partir de uma secretária: isto sim, é um verdadeiro luxo. Se há coisa que fazer obras e/ou mudanças nos mostra é a quantidade absurda de objectos que possuímos. Sim, tive saudades de ter mobília (minha querida estante), mas apercebi-me que uma pessoa consegue sobreviver sem grande parte das coisas que julga (...)