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Neste blog fala-se sobre livros, escrita criativa, ballet para adultos e muito mais.

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The Handmaid's Tale | Margaret Atwood

"Dont let the bastards grind you down."

 

Este tem sido "o livro do momento" há coisa de um ano para cá. Senti curiosidade em lê-lo pelas comparações a 1984 de George Orwell (um dos meus livros preferidos de sempre) e, também, para verificar por mim própria se era assim tão bom como toda a gente dizia. Ainda não vi a série televisiva, portanto não tenho meio de a comparar com a obra escrita. Esta vai ser uma review apenas do romance.

 

handmaid's tale.png

 

Sendo uma distopia, a história passa-se num mundo pós-apocalíptico. O que outrora foram os Estados Unidos da América é agora a República de Gilead. Inspirados pela ideologia puritana original, e com o intuito de aumentar a taxa de natalidade em declínio, nesta sociedade a lei é o Livro da Génesis, que é seguido de forma literal, resultando em consequências tenebrosas para a população. Conhecemos Gilead através de Offred, uma das servas (handmaids) deste novo regime.

 

 

"And when Rachel saw that she bare Jacob no children, Rachel envied her sister; and said unto Jacob , Give me children, or else I die."

- Genesis 30:1-3

 

Vou já deitar isto cá para fora e dizer que não amei este livro e não o considero o supra sumo da batata frita. Pronto, já disse. Em primeiro lugar, eu já devia saber de antemão que não se deve acreditar em comparações de obras. O "world building" de 1984 é detalhado desde o início. Em The Handmaid's Tale, Atwood prefere deixar questões em aberto e apenas sabemos alguns detalhes acerca da vida em Gilead no decorrer da obra e pelos olhos de Offred, não existe pluralidade de pontos de vista.

 

Em segundo lugar, a escrita pareceu-me, por vezes, um bocadinho over the top: as metáforas não pareciam encaixar naturalmente, como se os recursos estilísticos fossem utilizados só para que as frases soassem de forma mais poética.

 

Ainda assim, a partir da segunda metade da obra, já houve mais acção por parte da protagonista e gostei mais de acompanhar o conto de Offred e aquilo que ela tinha para nos revelar. O final é aberto,uma estratégia que normalmente não aprecio muito. 

 

No geral, achei uma história com um conceito extremamente interessante, mas com uma execução que não foi exactamente a minha preferida. Aconselho a todos aqueles que gostam de distopias, narrativas subtis e livros com ponto de vista na primeira pessoa.

 

Classificação no Goodreads:3/5

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